A briga de rua e o processo de cassação (2025–2026)
- O fato
- Em 19/11/2025 ele e um manobrista trocaram socos e chutes no Centro de Curitiba. O Conselho de Ética (11/5/2026) e a CCJ (2/6/2026) recomendaram a perda do mandato por quebra de decoro; a votação em plenário está suspensa por decisão do TJ-PR, mantida pelo STJ e pelo ministro Fachin.
- A crítica
- O relator, Márcio Pacheco, e os autores das representações (quatro vereadores de Curitiba e três deputados) sustentam que o episódio, filmado, é incompatível com o decoro parlamentar.
- A defesa
- Freitas diz que reagiu a uma agressão, que foi vítima de racismo e que o processo é perseguição política, de “cartas marcadas”; o deputado Doutor Antenor (PT) disse que ele não exercia o mandato na hora da briga. A defesa questionou prazos e a suspeição do relator, e o TJ-PR suspendeu o processo.
Fonte: DGABC, 6/7/2026; CartaCapital, 12/5/2026; Band Paraná, 17/6/2026




