Correções

Quando erramos, o registro fica aqui.

O PautaBR verifica cada número antes de publicar — a norma que fixa cada cifra, o registro no TSE de cada pesquisa, a fonte oficial de cada dado do Congresso. Mesmo assim, erros podem acontecer: uma norma revogada sem que percebêssemos, um número digitado errado, uma metodologia mal aplicada.

Quando isso acontece, o dado é corrigido na página onde apareceu e o fato entra no histórico abaixo, com a data e o que mudou. Nada é apagado silenciosamente.

Histórico

Debate de 23/10: textos de checagens corrigidos

Na checagem sobre os juros do Plano Safra, a Selic estava indicada em 14,25% ao ano; desde 16 de setembro de 2026 ela está em 13,75%. Na checagem sobre o Desenrola 3.0, o texto dizia que a fonte não confirmava os R$ 150 bilhões citados por Lula; o valor bate com a estimativa do governo para as dívidas elegíveis (a expectativa é que cerca de R$ 75 bilhões sejam de fato renegociados). Na checagem sobre a tramitação da MP do Desenrola, passamos a informar o número da medida (MP 1.393/2026) e o prazo do Congresso (até 23 de novembro de 2026).

Debate de 23/10: cartão corporativo da Presidência

A checagem da fala sobre o gasto com cartão corporativo (“quase 30% a mais”) foi reescrita com dados do Aos Fatos, a partir do Portal da Transparência. O resultado depende do recorte: nos recortes da Presidência o gasto anual sob Bolsonaro foi maior, mas sem chegar a 30%; no governo federal inteiro, somando os três tipos de cartão, o gasto sob Lula foi maior. Também trocamos a fonte citada.

Debate de 23/10: vereditos revistos

Seis checagens tiveram o veredito revisto depois da noite do debate. A fala de que o governo “zerou” o apoio ao ensino em tempo integral passou para “impreciso” (a execução foi mínima, mas não nula). A expressão sobre ocultar bens passou para “impreciso”, porque a lavagem de dinheiro, pela qual houve condenação, inclui por definição legal ocultar ou dissimular bens. A afirmação de Flávio Bolsonaro de que Lula “levou o Comando Vermelho para o Nordeste” passou para “sem prova”: nenhuma fonte consultada comprova nem desmente a relação. Outras três checagens passaram a “impreciso”. Também retiramos de uma checagem uma frase sobre o PIB de 2011 que não havia sido conferida, e esclarecemos que o número exato dito por Lula sobre a taxa herdada deve ser confirmado no áudio, pois a transcrição automática registrou “13 por 100”.

Debate de 23/10: “impreciso” agora tem dois tons; resumo atualizado

O veredito “impreciso” passou a ser dividido em “mais para o verdadeiro” (verde-oliva) e “mais para o falso” (laranja-avermelhado), conforme o essencial da fala se sustente ou não. O tom aparece no termômetro, no relatório e nos cartões, sempre com texto e ícone, não só cor. No termômetro, o impreciso mais para o verdadeiro pesa 0,75, o mais para o falso 0,25 e o sem tom 0,5 (antes, todo impreciso pesava 0,5). O resumo do editor foi atualizado com as novas contagens e passou a mencionar a alegação sobre o valor do uísque, que foi checada e ficou como “sem prova”.

Veja também os princípios editoriais que orientam a verificação de cada publicação.