Como a religião divide o voto e por que a esquerda perde entre evangélicos

Ilustração representando urnas eleitorais ao lado de símbolos religiosos cristãos, evocando a relação entre fé e voto no Brasil
A religião se consolidou como variável decisiva no comportamento eleitoral brasileiro, moldando alianças e estratégias de campanha desde pelo menos 2010, quando a disputa entre José Serra e Dilma Rousseff expôs a força do eleitorado cristão conservador. Desde então, nenhum candidato à Presidência ignora o chamado 'voto evangélico', segmento que cresce demograficamente e tende a se afastar de partidos de esquerda. A análise revela como pautas de costumes, identidade religiosa e desconfiança institucional alimentam esse distanciamento, colocando o PT e aliados diante de um desafio estrutural para 2026. (Fonte: The Intercept Brasil — https://www.intercept.com.br/2026/08/24/religiao-dividiu-voto-esquerda-perde-evangelicos/)


