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Povos da floresta e do mar se unem contra avanço da extrema direita

Agência Pública·
Ilustração representando comunidades indígenas e extrativistas da Amazônia em posição de resistência política coletiva contra o avanço da extrema direita no Brasil

Ilustração representando comunidades indígenas e extrativistas da Amazônia em posição de resistência política coletiva contra o avanço da extrema direita no Brasil

A Aliança dos Povos da Floresta, criada em 1987 no contexto da redemocratização brasileira, ressurge como referência simbólica e política diante do avanço da extrema direita no país. A união histórica entre comunidades extrativistas e povos indígenas da Amazônia, forjada na resistência contra grileiros e latifundiários, volta ao centro do debate político nacional.

Aliança histórica entre povos da floresta renasce contra extrema direita

O movimento retoma a tradição de articulação entre diferentes grupos subalternizados — ribeirinhos, quilombolas, pescadores e indígenas — que historicamente compartilham territórios e lutas comuns. A coluna analisa como essas forças sociais buscam construir frentes amplas de resistência frente às ameaças representadas por figuras como Flávio Bolsonaro e o campo bolsonarista.

O texto, publicado na newsletter Ligando os Pontos, da Agência Pública, aponta que o momento atual exige a mesma criatividade política que produziu alianças improváveis nos anos 1980. A pergunta central é se povos da floresta e do mar conseguirão repetir a força daquela convergência histórica. (Fonte: Agência Pública — https://apublica.org/2026/10/povos-da-floresta-e-do-mar-contra-a-extrema-direita-de-flavio-bolsonaro/)

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