STF e o fantasma de 1964: sessão expõe ministros que flertam com golpismo

Fachada do Supremo Tribunal Federal em Brasília com sobreposição simbólica remetendo ao golpe militar de 1964, representando a crise institucional debatida na sessão de setembro
A pior página da história do Supremo Tribunal Federal foi escrita quando a Corte emprestou sua autoridade institucional ao golpe militar de 1964. Décadas depois, a sessão realizada na última terça-feira, 15 de setembro, reacendeu o debate sobre os limites democráticos da mais alta corte do país, segundo análise publicada pelo Brasil 247.
Um ministro do STF, em anonimato, teria classificado a sessão como 'o pior dia da história do Supremo'. A afirmação evidencia o profundo constrangimento gerado internamente, diante de condutas que, segundo críticos, incluíram seleção tendenciosa de fatos e manipulação de tempos processuais em benefício de uma narrativa golpista.
O episódio levanta questões estruturais sobre a independência e a integridade do STF como instituição republicana. Para analistas progressistas, permitir que ministros ofereçam 'novo fôlego político ao golpismo' representa não apenas um retrocesso jurídico, mas uma ameaça concreta à democracia brasileira. (Fonte: Brasil 247 — https://www.brasil247.com/blog/o-ontem-do-supremo-comecou-em-1964-o-pior-dia-do-stf/)


