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Câmara pressiona Lula por atendimento no SUS a pessoas com laços afetivos com bebês reborn

Carta Capital·
Boneca bebê reborn hiper-realista em close, representando o debate sobre acolhimento psicológico no SUS para pessoas com vínculos afetivos com esses objetos

Boneca bebê reborn hiper-realista em close, representando o debate sobre acolhimento psicológico no SUS para pessoas com vínculos afetivos com esses objetos

A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) voltou a cobrar o governo Lula sobre a criação de protocolos de acolhimento no Sistema Único de Saúde para pessoas que desenvolvem vínculos afetivos intensos com bebês reborn — bonecas hiper-realistas que simulam recém-nascidos. O tema retorna ao debate legislativo após ter gerado polêmica em períodos anteriores, dividindo opiniões entre profissionais de saúde mental e setores conservadores da sociedade.

SUS pode acolher vínculos afetivos com bonecas reborn em debate na Câmara

O fenômeno dos bebês reborn está associado, em muitos casos, a quadros de luto gestacional, infertilidade, transtornos dissociativos e outras condições de saúde mental que demandam atenção especializada. Especialistas alertam que o vínculo com os objetos pode ser sintoma de sofrimento psíquico real, o que justificaria a inclusão de protocolos específicos na rede pública de saúde.

A iniciativa da parlamentar do PSD acende o debate sobre os limites e as prioridades do SUS, bem como sobre o papel do Estado no acolhimento de manifestações não convencionais de saúde mental. O governo Lula ainda não se manifestou formalmente sobre as demandas apresentadas pela deputada. (Fonte: Carta Capital — https://www.cartacapital.com.br/cartaexpressa/acolhimento-no-sus-por-lacos-afetivos-com-bebes-reborn-volta-ao-radar-da-camara/)

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