Escrever para desconstruir masculinidades disfuncionais

Homem sentado escrevendo em um caderno, com expressão reflexiva, representando o processo de autoconhecimento e desconstrução de masculinidades tóxicas pela escrita
A escrita surge como ferramenta poderosa de transformação subjetiva e social no debate sobre masculinidades disfuncionais, tema que ganha cada vez mais espaço no Brasil. O texto explora como o ato de escrever pode funcionar como caminho de autoconhecimento e desconstrução de padrões tóxicos que atravessam gerações de homens brasileiros, apontando a vulnerabilidade emocional — inclusive o choro — como ponto de partida para essa jornada.
A abordagem une literatura, saúde mental e crítica de gênero, propondo que a expressão escrita seja um exercício de ruptura com a cultura do silêncio masculino. O argumento central é que nomear sentimentos no papel representa um ato político tanto quanto pessoal, desafiando estruturas patriarcais que ensinam homens a reprimir emoções desde a infância.
Publicado como artigo de opinião na Carta Capital, o texto integra uma agenda editorial progressista que coloca a desconstrução das masculinidades como pauta central para a construção de uma sociedade mais igualitária. A reflexão convida leitores — especialmente homens — a encararem a escrita não apenas como arte, mas como prática de cuidado e transformação. (Fonte: Carta Capital — https://www.cartacapital.com.br/opiniao/escrever-para-desconstruir-masculinidades-disfuncionais/)


