Espanha registra mais de mil mortes por calor em junho, o dobro do ano anterior

Ilustracao conceitual gerada por IA
A Espanha registrou mais de mil mortes atribuídas ao calor extremo no mês de junho, número que representa mais que o dobro das fatalidades registradas no mesmo período do ano anterior. O dado alarmante evidencia a aceleração dos impactos das mudanças climáticas sobre a saúde pública europeia, com ondas de calor cada vez mais intensas e frequentes. (Carta Capital)
O junho anterior já havia sido classificado como o mais quente desde o início da série histórica estatística do país, mas os novos registros superam em muito as marcas anteriores. Especialistas apontam que a infraestrutura de saúde e os sistemas de proteção civil enfrentam dificuldades crescentes para responder à intensidade e à duração dos episódios de calor extremo. (Carta Capital)
O cenário espanhol serve como alerta para todo o hemisfério norte e reforça o apelo de cientistas e organizações ambientais por políticas climáticas mais ambiciosas e urgentes. A mortalidade por calor tende a afetar de forma desproporcional populações idosas, vulneráveis e de baixa renda, ampliando as desigualdades sociais já existentes. (Carta Capital)


